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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Nova Velha Infância


"O amor é cego, a amizade fecha os olhos."
Blaise Pascal

Andas de mal comigo... Que dizes de ficares, minha cara metade, comigo sentadinhos na praça?
Dezenas de folhas na alma eu desfolho, e ainda brinco em pétalas de bem-me-quer-ou-mal-me-quer.
No teu tédio, prometo que nem me mexo, fico quietinha do teu ladinho...

Sabes que não gosto de te ver assim... Acho que se houvesse um botão para me eclipsar eu desapareceria mesmo. Feito a lua que nem deu as caras hoje. Dominarei o impulso dos assuntos e das piadas sem hora, esperarei e milhares de coisas me passarão pela cabeça.

Acho que fiquei em apnéia uma série de tempo, esforcei-me para não explodir, portei-me bem. Os segundos do teu silêncio que me parecem uma eternidade mas resisto sem nada dizer. O silêncio ensurdecedor foi quebrado pelo toque bizarro desse meu celular.

Ando naqueles dias difíceis do mês, em que mal dá pra brincar. Você logo percebe e logo rimos demais, enquanto damos mais um gole na coca-cola que não pára de fazer bolhinhas... Tu bem-me-quer, esse sempre é o final...


Krol Rice

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Tá Na Minha Cara!


“Não quero a cara bem feita, não quero o expressivo.
Quero o inexpressivo.”
Clarice Lispector


Resolveste aparecer traste?

Há tanto tempo que eu não tinha o desprazer da tua visita... Longe de mim sentir tua falta, mas conferso que ultimamente estranhei tua ausência, o teu efeito de se exibir por aí manchando minha imagem. Você esquece que graças a mim você existe, tem um lugar para ficar. Isso mesmo! Euzinha - esse ser belo que você tenta imacular. Não me faço de coitada, de vítima. Tú bem sabes o ódio que eu nutro por ti e que toda vez que te vejo eu sinto vontade de te esmagar, de te espremer entre meus dedos até ver o sangue escorrendo, coisa nojenta.

Você suja minha beleza, espinha. Sei que na minha adolescencia você foi até uma companhia digamos "inevitável", era sinal de imaturidade, mas hoje? Incoveniente. Hoje nos meus mais de 20 anos de vida estou cansada de você, sua presença se tornou sem sentido. O que você faz aqui? Sua vida é me irritar em plena TPM, é me fazer gastar minhas economias com coisas que te afastem de mim, é me deixar com a estima baixa... Se toca e some de uma vez - Me deixa em paz!

Krol Rice

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Estranha Carência



"A felicidade é uma estação intermédia entre a carência e o excesso."
Henrik Ibsen


Olhando daqui donde estou, acompanhada como estou, vejo que não é preciso (nunca foi) gritar por Sua atenção. Parei de chorar para procurar ouvir a voz que me serviria de calmante. Não é necessário morrer para ouvir a voz de Deus. Agora eu sei. Todas as vezes que eu me jogava ás trevas aquela voz descia do céu á minha escura profundeza como uma corda enlaçada que resgata um animal de um poço lamacento.

"E haja luz..."

Talvez só por carência eu trilhasse ruas estranhas, eu sofria horas infindas, eu feria minha carne, eu cortava os pulsos só para te ouvir murmurar, gemer e susurrar o meu nome, bem baixinho, sem ira como se no fundo eu fosse mesmo irrepreensível, como eu tivesse mesmo a razão de ser assim. Eu me acalmava apenas ao som do teu suspiro pesado como um bebê se acalma ao ninar da mãe cansada de tentar fazê-lo adormecer.

Talvez "Você" em algum instante da eternidade também sentiu solidão na imensidão do nada. Talvez houvesse um tempo em que não existisse nada. Nem céu, nem anjos, nem nada – apenas "Você" e sua carência. E talvez essa carência tornou-se tão forte, tão grande que foi maior que "Você" até que isso explodiu e nessa explosão foi surgindo fagulhas de luz, de universo, borboletas, de homem e como também não era bom que o homem estivesse só - também fagulhas de mulher.

Olhando daqui talvez a carência seja necessária. Mas agora eu a dispenso. Já a tive em excesso. Um dia... Hoje não mais...

Krol Rice
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