terça-feira, 19 de outubro de 2010

Meu Segundo Eu

“O coração da mulher, como muitos instrumentos depende de quem o toca.”
Saint Prosper


Sou e tenho um coração que insiste em não endurecer e que se recusa a não crer e a desistir. Um coração, que se entrega, ou mesmo que troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo, ou que não tenha sanidade nenhuma...

Coração fácil, que acredita fácil no difícil - Um órgão mais fiel ao seu morador do que a si mesmo.
Sou uma amiga romântica para um peito que não maltrate tanto o ser que a abriga.
Um coração que não é tão inconseqüente. Mas eu até deveria ser...
Sou um coração cego, surdo, mas não mudo e que incomoda um bocado.
Um coração verdadeiro caçador de aventuras, mas que tem medo de se aventurar, vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração da Krol Rice... Ou ainda um coração órfão que demorou a ser adotado, provavelmente, por se recusara cultivar ares racionais, ou provavelmente por recusarem ares irracionais...

Um impulsivo órgão de comportamento até meio ultrapassado.
Um tipo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado, fiz questão de não se esconder, mas vez por outra, constrange o corpo que tenta o dominar.
Um coração que convence a mim a publicar seus segredos,
A não ter segredos, e a ter o atrevimento de se aventurar como poetisa, como uma idiota romântica.
Sou um coração ESTRANHO ao resto do mundo, igual a todo mundo.

Krol Rice
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